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É de verdade

A foto correu o mundo. Muitos acharam que fosse uma montagem. Não é.

O campo na colina existe e fica em Munique, na Alemanha.

O local, claro, virou atração turística. Até tentamos bater uma bolinha, mas é impossível.

Acreditem.



Escrito pelo enviado às 22h02
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Ele só fala em campo

Foi chapéu em Ronaldo, chapéu em Gilberto Silva, drible em Zé Roberto, passe para gol...enfim, Zidane é o cara. Eleito pela Fifa - não que precisasse disso - o melhor em campo na partida que marcou mais uma vitória sua contra o Brasil, o francês inovou na entrevista coletiva obrigatória após a partida.

Zidane não falou. Simplesmente resolveu não dar declaração alguma. Também não precisava. Declaração ele deu em campo. De terno e gravata, não tinha muito o que explicar aos jornalistas. O oficial de imprensa da Fifa presente à sala da coletiva tratou de comunicar que o camisa 10 iria receber a canequinha - troféu dado ao melhor de cada partida -, tirar algumas fotos e cair fora. Afinal, Zidane ainda tem uma Copa do Mundo pela frente.

Os jornalistas ficaram surpresos. Mas quase ninguém chiou. E todos foram tentar um autógrafo.



Escrito pelo enviado às 20h22
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Quantas Copas mesmo?

O cara está lá, de cabeça baixa, sem ninguém incomodar. Parece escondido. E está mesmo. Ex-craque do Milan, Sampdoria e Chelsea pré-Abramovich, Ruud Gullit assiste neste momento a Portugal e Inglaterra no centro de imprensa do estádio de Frankfurt. Irá comentar Brasil x França para uma emissora de TV.

Qual emissora? Ele não conta. Aliás, não quer contar nada. Gullit avisa que não dará entrevistas quando é abordado. Não dá nem uma brecha para responder sobre o que acha do Brasil. Tudo para chamar a menor atenção possível. Suspeita que ninguém o reconheceu, o que é difícil, mas não impossível, dada as diferenças do visual rasta que o consagrou com a sobriedade de agora.



Escrito pelo enviado às 13h18
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RC garante jogo em Frankfurt

Como estaria Frankfurt a dois dias do jogo Brasil x França, pelas quartas-de-final da Copa da Alemanha?

A reportagem do UOL Esporte saiu às ruas para conferir o clima na cidade, que em 2005 abrigou a decisão da Copa das Confederações. Para quem não lembra, a seleção bateu a Argentina por 4 a 1 e ficou com o título.

A primeira visita foi o famoso telão instalado no rio Main. Em dias de jogos, milhares de fanáticos acompanham as partidas das arquibancadas, bares e restaurantes que cercam o local.

"Hoje não tem ninguém. Mas amanhã [sexta-feira] será uma loucura. As pessoas irão torcer pela Alemanha contra a Argentina", lembrou um simpático taxista paquistanês.

Após o registro fotográfico, um demorado giro pelo centro da imponente Frankfurt. E para espanto geral, nada de futebol.

"Estamos chegando agora da China", informou Paulo Egídio de Oliveira, que trabalha há vários anos na Ásia, é natural de Florianópolis, Santa Catarina, e procura ingresso para ver o jogo.

"Pensei que teria mais agito", continuou o engenheiro, acompanhado dos amigos Edgar Scherer, 25 (centro), e Marc Bruch, 26 (direita), esse alemão.

Na famosa praça da Kaiserstrabe, ninguém jogando futebol ou exibindo camisas e bandeiras das seleções que ainda disputam o Mundial.

O Brasil vai mesmo jogar em Frankfurt? Responde aí, Roberto Carlos.

Ufa!



Escrito pelo enviado às 13h53
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Corporativista

Um dos jogadores mais experientes da seleção brasileira, Roberto Carlos, 33 anos, usou a França para justificar a importância dos "vovôs" na Copa do Mundo.

Na terça-feira, horas depois de o Brasil eliminar Gana e avançar às quartas-de-final, os "bleus" venceram a "jovem" Espanha por 3 a 1, de virada, e se classificaram para enfrentar os pentacampeões.

"A França é um grande exemplo. Mistura juventude e experiência e vem firme na Copa. Isso prova que qualquer seleção deve ter jogadores com 30, 31, 32 anos ou mais", disse o lateral-esquerdo.

O camisa seis destacou o goleiro Barthez (35), o meia Zidane (34) e até o atacante Henry, que tem apenas 29 anos.

Roberto Carlos, após atuações apagadas contra Croácia e Austrália, chegou a ser questionado. O próprio jogador admitiu a possibilidade de perder a vaga para Gilberto, 30, que atuou diante do Japão e fez gol.

Capitão da seleção, Cafu, 36, também não é mais unanimidade. O ala tem a "sombra" de Cicinho, 26, jogador do Real Madrid.

A decisão está nas mãos do técnico Carlos Alberto Parreira, 63, que tem declarado que o passado dos jogadores na seleção deve ser respeitado. A seqüência do Mundial dirá quem está com a razão.



Escrito pelo enviado às 10h40
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Quanto ressentimento

Capitão do Brasil, Cafu provou nesta segunda-feira que ainda não esqueceu as críticas que foram feitas à seleção de 1994.

O time também dirigido por Carlos Alberto Parreira privilegiou a marcação e foi campeão ao bater a Itália nos pênaltis, após um arrastado 0 a 0 no tempo normal e na prorrogação. Cafu era reserva, mas substituiu Jorginho na decisão quando o titular se machucou durante a partida.

Perguntado em qual Copa do Mundo o Brasil jogou melhor, o lateral-direito disparou:

"A de 82 para vocês [jornalistas], que não ganhou. Para mim foi a 94, foi a de 98 que chegou na final, a de 2002...jogar bem e dar espetáculo é relativo. O importante, sem dúvida nenhuma, é a vitória".

Cafu se referiu à seleção que disputou o Mundial da Espanha e foi eliminada pela Itália de Paolo Rossi. Sócrates, Zico e Falcão, além do ex-técnico Telê Santana, amargaram a quinta posição.

"Para ser bem sincero, até agora não vi nenhuma seleção dando espetáculo. Quando você entra em um período de mata-mata o importante é passar à próxima fase", finalizou o bom discípulo de Parreira.

O Brasil enfrenta Gana nesta terça-feira, em Dortmund, pelas oitavas-de-final.



Escrito pelo enviado às 16h26
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Maradona é barrado

Humorista do programa argentino ShowMatch, Fernando Ramírez foi a grande atração do treino da seleção brasileira nesta segunda-feira. Mas não pelas imitações.

Ramírez chegou ao estádio de Bergisch Glagbach "vestido de Maradona" e foi barrado pelos seguranças. O comediante estava credenciado, porém a foto da identificação não batia com o rosto do "jornalista". Claro.

O "hermano" tentou discutir, argumentar, chorar. Não teve jeito. A rigorosa fiscalização alemã obrigou Ramírez a tirar a peruca e a máscara.

Brasileiros que acompanhavam o episódio aplaudiram a postura da segurança. A rivalidade entre Brasil e Argentina não tem limite.



Escrito pelo enviado às 14h14
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Parreira dá show em coletiva

Sorridente, Carlos Alberto Parreira foi a grande atração da seleção brasileira neste sábado. Ao melhor estilo Zagallo, o treinador cometeu novo ato falho, sacou do bolso uma manjada e tradicional expressão inglesa e cutucou o nada falante Dida.

‘A triagem foi feita, as gorduras foram eliminadas e agora começa a verdadeira Copa do Mundo‘, disparou, se referindo ao término da primeira fase e da queda das seleções mais fracas.

Acontece que o termo ‘gordura‘, na seleção, não parece ser conveniente. Ronaldo, todos sabem, ainda briga para entrar em forma. Parreira não percebeu, mas integrantes da comissão técnica riram quando ouviram o professor. Todos, claro, não deixaram passar.

Há duas semanas Parreira afirmou que o ataque do Brasil, ainda formado por Ronaldo e Adriano, é um ataque de peso. ‘Desculpem a redundância‘, disse à época ao perceber a falha.

Sem constrangimento, o comandante seguiu a coletiva e foi perguntado sobre Robinho, que sofreu neste sábado uma fisgada na coxa e preocupa a comissão técnica.

‘Vou esperar, ‘cross fingers‘, mandou. cross fingers, em inglês, significa ‘cruzar os dedos‘. Ok, Parreira, valeu para provar que o idioma está em dia. A imprensa internacional adorou, claro. E nós também. Afinal, não foi preciso traduzir para os coleguinhas essa parte da entrevista (ufa!).

Parreira se despediu e a assessoria da CBF apresentou Dida, o goleiro caladão. Sem pestanejar, o chefe da seleção brasileira comentou: ‘Que beleza, né, Dida. Tá falante. Tá gostando do microfone. Muito bom‘.

O camisa 1, sem jeito, deu uma risadinha. Parreira não arredou o pé e ainda cutucou o jogador quando o mesmo respondeu uma pergunta em italiano. Dá-lhe professor!

 



Escrito pelo enviado às 17h33
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Amarelão

Com seus pés, Ronaldo ofuscou os outros jogadores que disputaram a partida entre Brasil e Japão, em Dortmund. Mas não foi apenas por causa das boas jogadas e gols.

Nesta quinta, o atacante balançou as redes nipônicas desfilando um modelo amarelo do Mercurial Vapor, chuteira feita pela Nike cujo molde foi tirado diramente do pé do atacante. Molde este que, segundo o próprio jogador, provocaram bolhas em seus pés durante a preparação para a Copa do Mundo.

"A gente achou que era uma cor legal para homenagear a seleção", explicou Ingo Ostrovsky, responsável pela comunicação da empresa quando o assunto é o time nacional. "Ele viu a chuteira, gostou da chuteira. Já faz um tempo", completou o jornalista.

Você aprovou o visual da chuteira do "Fenômeno"?

Crédito das fotos: Folha Imagem (à esq.), AFP (centro e à direita).



Escrito pelo enviado às 22h01
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Rivalidade até na seleção?

Rogério Ceni, maior ídolo do São Paulo, admitiu após a partida desta quinta-feira que torceu pela queda de Ricardinho, contestado jogador do arqui-rival Corinthians. Ambos atuaram poucos minutos na vitória da seleção brasileira sobre o Japão, em Dortmund, por 4 a 1.

 

Crise na equipe? Não, fique tranqüilo torcedor.

 

Ao ser perguntado se gostaria de ter cobrado ao menos uma falta, Ceni, que entrou no lugar de Dida, disparou.

 

“Fiquei torcendo para o Ricardinho cair, bem no finalzinho do jogo, em um lance em que ele protegia a bola. Ele não caiu e o lance seguiu. O arbitro não deu a falta”, contou o camisa 12, bastante assediado após a partida.

 

O goleiro-artilheiro disse que ficou surpreso quando Parreira o chamou para entrar em campo. “Não estava programado. Acabei jogando os últimos dez minutos e confesso que não esperava”.

 

“Sensação? Normal. Logicamente é gostoso jogar, todo mundo quer jogar o máximo de tempo possível. Deu para matar a saudade de entrar em campo”, finalizou o são-paulino, dividido entre as perguntas dos jornalistas e um moderno aparelho de MP3.



Escrito pelo enviado às 20h28
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A Arena de Dortmund

Chamado de a "Ópera do futebol", o Westfalenstadion, que recebe o Brasil nesta quinta, pertence ao Borussia Dortmund e foi construído para a Copa do Mundo de 1974. Em novembro de 2001, as autoridades da cidade decidiram reformá-lo e unir as quatro arquibancadas independentes, aumentando o número total de assentos.

Em meados de 2005, foi desenvolvido um novo programa de modernização do estádio e as cadeiras da fileira inferior receberam encostos e um novo camarote VIP. Um sistema eletrônico de controle de acesso foi instalado, junto com a renovação dos vestiários e das áreas reservadas às equipes. Seus oito pilares de sustentação, com 62 m de altura cada um e pintados de um amarelo intenso, tornaram-se um marco da cidade.

Laranja engole Zagallo 
Em 1974, com o Velho Lobo como técnico, o Brasil, ainda tricampeão mundial, foi eliminado nesse estádio pela Holanda do técnico Rinus Michels e de Johann Cruyff. Portanto, olhos abertos contra o Japão. Sem trocadilho, claro!



Escrito pelo enviado às 20h19
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Contatos imediatos

Cafu criticou o gramado, o nome pode ser de patrocinador, mas o Allianz Arena, estádio construído em Munique para a Copa, decididamente é um lugar intrigante. Seu formato de pneu chama a atenção a quilômetros de distância. Mas há outras referências, claro.



Escrito pelo enviado às 12h05
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Em Munique

Torcedores se espremem na loja oficial do estádio de Munique. O objeto de desejo? Uma camisa oficial da seleção brasileira. Na terra da Copa, custa 65 euros. Na loja on-line da CBF, 59,82 euros.

Torcedora brasileira em Munique, Camila já coloca o filho, que nasce só em outubro, na arquibancada

Canguru vira-casaca



Escrito pelo enviado às 11h59
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Ao herdeiro, o novo

O UOL gostaria de parabenizar Adriano pela felicidade do primeiro filho. O "Imperador" merece. Felicidades à família e vida longa a todos!!!

Adriano já prometeu um gol  - ou mais gols, claro - contra a Austrália e durante toda a Copa para homenagear o herdeiro. Nada mais justo. Não basta ser pai, tem que participar.

Mas até agora Adriano só viu a criança virtualmente. "Conheci, vi pelo e-mail, espero que isso possa me dar uma motivação a mais", contou. "É uma responsabilidade a mais que tenho. Estou muito feliz e espero que a seleção, acima de tudo, faça grande partida".

Mas algo nos assusta nessa felicidade. O "Imperador" comentou em trazer de volta uma das comemorações mais insuportáveis da história. Aquela do Bebeto, celebrizada na Copa de 1994, quando o atacante fez o segundo gol do Brasil contra a Holanda e fez o gesto de ninar acompanhado por Romário e Mazinho. Depois foi por Leonardo, Zinho etc., se espalhou pelo mundo e, claro, se perpetuou pelo Brasil.

Claro que Adriano pode comemorar como bem entender. Mas o internauta bem que poderia ajudar o "Imperador" a homenagear o herdeiro com uma comemoração inédita. Sugestões?



Escrito pelo enviado às 17h30
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Até tu, Parreira?

Os torcedores brasileiros chamam Ronaldo de gordo. Humoristas tratam o jogador do Real Madrid de "Fofomeno". A imprensa internacional, todos os dias, diz que o camisa nove está acima do peso.

Nesta quinta-feira, até Carlos Alberto Parreira fez referência ao peso do atacante. O técnico falava sobre a importância do jogador para a seleção, mas, antes de explicar exatamente o que queria dizer, arrancou risos dos jornalistas que cobriam a entrevista coletiva.

"Essa é uma dupla [Ronaldo e Adriano] de peso. São jogadores que podem fazer a diferença... (risos) ...Me permita a redundância... de peso. São Jogadores que decidem....(mais risos)...Já falei, desculpa a redundância, é dupla de peso mesmo...Se faz presente na área".

Parreira não ficou muito satisfeito com a reação da mídia e continuou a resposta, sem voltar ao assunto.

É bom lembrar que, ainda em Weggis, na Suíça, Parreira admitiu que Ronaldo se apresentou com alguns quilos a mais. O centroavante, à época, não jogava desde o dia 8 de abril, quando sofreu uma lesão na coxa direita.



Escrito pelo enviado às 16h50
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Sem grito

Os jogadores da seleção brasileira receberam uma ilustre visita nesta quinta-feira.

 

Capitão do Brasil na Copa dos Estados Unidos, em 1994, Dunga almoçou com o elenco, relembrou histórias e aprovou a vitória por 1 a 0 sobre a Croácia, terça-feira, em Berlim.

 

"Em Copa do Mundo, o importante é vencer, ainda mais sendo o jogo de estréia", disse ao site oficial da CBF.

 

Depois, Dunga esteve no vestiário da seleção antes do treino da tarde, brincou com os jogadores, tirou várias fotos e ficou na Arena Zagallo para assistir ao treino.

 

O ex-volante, além do Mundial de 94, jogou em 1990 na Itália e 1998 na França.

 

Além da vontade demonstrada dentro de campo e da liderança, Dunga será sempre lembrado pelos gritos dados assim que ergueu a taça nos EUA. "Isso é pra vocês, seus traíras", um recado direto aos críticos da época. Então tá.



Escrito pelo enviado às 09h20
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Do lado de fora

A concentração de torcedores de Brasil e Croácia já é enorme nos arredores do Estádio Olímpico de Berlim. Veja algumas das figuras:

Fortaleza croata

Brasil 1 x 0 Croácia

Muralha croata

Brasileiros e croatas se misturam

O que eles querem dizer?



Escrito pelo enviado às 14h49
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O hexa é uma questão de fé

É melhor o número 13 se cuidar. Zagallo não quer perder o hexa por nada. E, no projeto, não bastam Ronaldos, Kaká, Adriano, Cafu, Lúcio, Dida, etc. Ou seja, não basta talento. Tampouco o número 13, sozinho. Era preciso fé.

Católico, o Velho Lobo já convocou Santo Antônio. O santo casamenteiro tem sido citado em toda entrevista do coordenador-técnico. "Nós acreditamos nele e ele acredita na gente", afirmou.

Na chegada do time a Weggis, Zagallo chegou a exibir uma imagem do santo. Neste domingo, o tema voltou à tona. Graças, claro, aos jornalistas que adoram explorar o ar folclórico em torno do tetracampeão, que por sua vez adora os jornalistas que revigoram o ar folclórico em torno dele.

"O Santo Antônio está aquecendo", explicou Zagallo. "Está quieto, calmo, tranqüilo, dia 13 ele não vai fazer feio para gente", completou.

Não por acaso, o próximo dia 13, dia da estréia do Brasil na Copa do Mundo, também é dia de Santo Antônio. E para quem passou os últimos 50 anos longe do planeta bola, saiba que 13 é o número de sorte de Zagallo.

Será que vai ser preciso rezar para ganhar a Copa?



Escrito pelo enviado às 16h31
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No banco...

Rogério Ceni é o reserva imediato de Dida. Parreira confirmou neste domingo, em Königstein. O treinador não justificou sua escolha.

Mas a opção segue os critérios já anunciados por ele próprio. Parreira queria levar dois goleiros experientes e um novato para a Alemanha. O novato está sendo preparado para Mundiais futuros. No caso, é Julio Cesar, da Inter de Milão, e que bateu na trave na Copa anterior.

Há quatro anos, Julio Cesar ficou no Brasil. Perdeu a vaga de terceiro goleiro, que novamente ocupará na Alemanha, justamente para Rogério Ceni. Marcos, hoje preterido, e Dida, o titular de Parreira, eram os outros goleiros.

Pela segunda vez seguida, Rogério Ceni fica à frente de Julio Cesar. Isso não deverá fazer diferença nenhuma para o Brasil na Copa. Mas você concorda com a opção de Parreira?



Escrito pelo enviado às 10h10
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Pai de Ronaldo é fã de Lula

Seu Nélio e dona Sônia, pais do atacante Ronaldo, visitaram o camisa nove da seleção na tarde deste sábado na arena Zagallo, em Königstein.



Após a confraternização, que durou cerca de uma hora, seu Nélio atendeu rapidamente a imprensa e revelou não estar sabendo do entrevero, já superado, entre o atacante do Real Madrid e o presidente Lula.

"Estava em Munique, não acompanhei o noticiário", disse. "Mas o Lula é uma grande personalidade, o admiro muito. Votei e voto de novo nele", continuou empolgado.

Seu Nélio foi além. "O Ronaldo também vota no Lula", disparou, quando foi imediatamente censurado pelo assessor do jogador, que informou que o "Fenômeno" não vota no Brasil. Mas, mesmo na Espanha, o atacante pode recorrer a uma embaixada.

Na quinta-feira, durante uma videoconferência entre Lula e a delegação brasileira, o presidente perguntou ao técnico Carlos Alberto Parreira se Ronaldo estava gordo. No dia seguinte, o atleta alfinetou o petista. "Todo mundo diz que ele bebe pra caramba. Tanto é mentira que eu sou gordo como deve ser mentira que ele bebe pra caramba".

Para amenizar a crise, o presidente enviou ainda na sexta um fax ao jogador no qual amenizou o peso de suas palavras. Ronaldo fez o mesmo em seu site oficial.

Alheio ao imbróglio, seu Nélio, à vontade e bem-humorado, contou que "o papo com Ronaldo foi excelente" e negou que o filho esteja acima do peso. "Ele está ótimo, vai fazer mais ou menos oito gols na estréia do Brasil", brincou, se referindo à partida do dia 13 contra a Croácia, em Berlim.

Seu Nélio e dona Sônia estão separados e ambos estavam acompanhados de seus novos parceiros. A mãe do jogador não quis dar entrevistas e foi rapidamente conduzida para o carro que a aguardava no estacionamento.



Escrito pelo enviado às 15h09
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Cerveja, cerveja, cerveja

A Inglaterra enfrenta o Paraguai neste sábado, em Frankfurt, e a bagunça promete.

Os fanáticos torcedores circulam pela cidade desde a última quinta-feira e não admitem deixar a Alemanha sem o segundo título mundial; o primeiro foi em 1966, na Inglaterra.

A bebedeira começou cedo. A reportagem do UOL Esporte flagrou a festa antecipada dos ingleses logo pela manhã, por volta das 10h.

A polícia alemã, claro, intensificou a vigilância e promete agir com rigor se for necessário.

Cerca de 40 mil torcedores ingleses estão na Alemanha para acompanhar o jogo.

Alguns, inclusive, estão hospedados no nosso hotel. São divertidos, falam alto e se empolgam quando descobrem que somos brasileiros.

O pessoal não esquece o gol de Ronaldinho Gaúcho na última Copa. Contra a Inglaterra, nas quartas-de-final, o atual camisa 10 do Brasil chutou de longe e surpreendeu David Seaman. A seleção venceu por 2 a 1, de virada, e arrancou para o penta.



Escrito pelo enviado às 07h43
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Povo mais desanimado

Estamos em Königstein, cidade que recebe a seleção e fica a 20km da grande Frankfurt.

Hoje, dia 9, começou a Copa do Mundo. E a Alemanha, dona da casa, jogou e goleou a Costa Rica por 4 a 2. Festa?

Aqui pelo menos não.

Minutos antes do jogo, a reportagem do UOL Esporte circulou pelas principais ruas do município e se desapontou.

Cadê o agito, as bandeiras, as cornetas, as mulheres com pouca roupa, o pessoal da cerveja, o tio que enfeita a porta da casa, o vendedor de camisa, o sorveteiro, os telões? Boa pergunta.

Em Königstein, jogo da seleção alemã é o maior tédio.

Pudemos escrever tranquilamente as matérias do Brasil. Nenhum alemão exaltado nos importunou ou sugeriu que nós, brasileiros, voltássemos para casa. Sorte deles!



Escrito pelo enviado às 16h34
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Cafu fica sem bolo

A nutricionista Silvia Martins deve ter recebido muitas vaias na manhã desta quarta-feira em Königstein, na Alemanha. A responsável pela saúde e boa forma da seleção brasileira não permitiu que os jogadores celebrassem o aniversário do capitão Cafu com um delicioso bolo.

Segundo o assessor de imprensa da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), Rodrigo Paiva, a festa ficou para depois do jantar. Cafu, último jogador a levantar a tão cobiçada Copa Fifa, completou 36 anos.

Cafu nasceu no dia 7 de junho de 1970, em São Paulo. É o jogador que mais vezes defendeu a Seleção Brasileira: 146 vezes.

Sua estréia foi em 1990 contra a Espanha, em amistoso no dia 12 de setembro. O primeiro gol saiu em um amistoso preparativo para a Copa do Mundo de 1994, nos Estados Unidos. Foi contra a Seleção de Honduras, no dia 8 de junho, já nos EUA.

* Os números de Cafu

Na Copa do Mundo: 16 jogos , 13 vitórias , 1 empate , 2 derrotas

Pela Seleção Brasileira:
146 jogos , 88 vitórias , 38 empates , 19 derrotas

Contra seleções nacionais:
139 jogos , 85 vitórias , 35 empates , 18 derrotas , 5 gols

Contra clubes e combinados:
7 jogos , 3 vitórias , 3 empates , 1 derrota

Pela Seleção Olímpica:
8 jogos , 4 vitórias , 1 empate , 3 derrotas , 2 gols

* dados divulgados pela CBF



Escrito pelo enviado às 06h55
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Lição de casa

Quem cresceu em cidade grande sabe. Aliás, quem cresceu em cidade pequena também sabe.

Não dá para se concentrar nos estudos com um campo de futebol te chamando lá fora. Se pudesse, você gostaria de estar nele, chutando a bola. Se não pudesse, ao menos gostaria de assistir ao bate-bola. E foi por esse direito que a juventude alemã do colégio Taunugs lutou nesta terça.

A Arena Zagallo, local de treino do Brasil em Königstein, fica em frente ao colégio. Que parou, claro. A visão do gramado é ampla. Poucos metros separam a escola do campo. Todo mundo fugiu da aula. Até os policiais se viraram para o gramado. Apenas duas grades separaram os jovens de Dida, Cafu, Ronaldinho e cia.

Os inspetores tentaram pôr ordem na casa. Colocaram todo mundo para dentro do prédio da escola. Os estudantes foram, mas não para a sala de aula. Seguiram vendo o treino das escadas. Nessa altura, os policiais já tinham virado cúmplices. Estavam voltados para o campo também.

No fim, liberou geral. Quem quis, assistiu da grade. Quem preferiu, assistiu das escadas. A educação alemã cedeu e admitiu no treino o que o não exatamente similar sistema educacional brasileiro permite há anos, décadas: dia de jogo (ou treino, no caso da cidadezinha alemã) da seleção não dá para ter aula. O problema é que o Brasil treinará ali nas próximas duas semanas. Quem vai estudar nesse período?



Escrito pelo enviado às 07h19
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Friends, 24 horas e Lost

As series de televisão que divertem o mundo também viraram coqueluche entre os jogadores da seleção brasileira em Weggis, na Suíça.

Para passar o tempo, os atletas recorrem a aparelhos portáteis de DVD e relaxam entre um treino e outro. "Estou assistindo ao 24 Horas e estou gostando muito. Mas o melhor para mim, de longe, é o seriado Friends. Tenho toda a coleção", disse Kaká ao site oficial da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).

"Acabei de ver a Família Soprano. Gostei, achei bem feito, mas 24 Horas é muito melhor, não tem comparação", comentou Juninho, um dos mais fanáticos. O meia do Lyon também curte filmes de ação e costuma emprestar os discos aos companheiros.

A música, claro, também está em alta entre os boleiros. Roberto Carlos não dispensa os sucessos sertanejos de Zezé di Camargo e Luciano, Chitãozinho e Xororó, Leonardo e Martinho da Vila.

Robinho já prefere o pagode e tem arriscado algumas notas no cavaquinho. O jogador do Real Madrid só não sabe afinar o instrumento; Gilberto Silva tem ajudado. 

Mundial de pingue-pongue
O torneio organizado pelos jogadores terminou nesta sexta-feira e teve Juninho Pernambucano como campeão ao derrotar Dida na final por 2 a 1, de virada. O técnico Carlos Alberto Parreira acompanhou a peleja.



Escrito pelo enviado às 07h48
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